02 de fevereiro de 2026 | Fonte: Pediatrics. DOI: 10.1542/peds.2025-073168.
Alergia alimentar já afeta até 10% das crianças, e crises graves, como a anafilaxia, podem acontecer em qualquer lugar — inclusive na escola. Estima-se que, por ano, cerca de 1 em cada 15 escolas registre pelo menos um episódio de anafilaxia. Diante desse cenário, a Academia Americana de Pediatria atualizou seu relatório clínico sobre como as instituições de ensino devem lidar com o problema.
O documento reforça que o manejo da alergia alimentar na escola precisa ter dois pilares principais:
- Prevenção, com estratégias para reduzir o risco de a criança entrar em contato com o alimento ao qual é alérgica (como controle de cardápio, identificação dos alunos, regras para lanches compartilhados e orientação da equipe);
- Pronto atendimento, com procedimentos claros para reconhecer rapidamente sinais de reação alérgica e anafilaxia, e tratamento imediato com adrenalina (epinefrina) em autoinjetor.
O relatório destaca o papel central do pediatra ou médico da criança: diagnosticar e documentar alergias potencialmente graves, prescrever adrenalina para uso individual e/ou estocada na escola, orientar família, alunos e funcionários, e colaborar na elaboração de planos de ação de emergência.
A mensagem principal é que, com organização, informação e treinamento adequado, é possível tornar a escola um ambiente mais seguro para crianças com alergia alimentar, reduzindo riscos e salvando vidas.
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